durante o almoço, uma amiga confessou: “de vez em quando, eu estou mal-amada”. a transitoriedade da frase – estar em vez de ser – sugere que o mal do mundo contemporâneo – que para uns é a solidão, enquanto para outros é a depressão [aquele clichê de estar-só-apesar-de-acompanhado] – tem remédios [no plural mesmo]: 1) deus, 2) sexo, e 3) violência.
sim, violência. porque quando as pessoas ainda apanhavam na cara, ninguém ligava tanto para esse tal mal do século. fosse o que fosse.

explêndido!
muitas e todas boas vindas. e vida longuíssima, estilo tetra pak!
meu casal mitológico favorito…
hasta
amor, eu tinha que comentar até mesmo porque neste parque não encontramos nem uma criança, nem meia criança, nem uma criança anã… então podemos falar de
sexo
sexo
sexo
sexo
depois do horário comercial o senhor me compense por este comentário, tá?
Puta preguiça, hein. Rende assunto pra cacete isso ae. Achei meio “tropa de elite” esse lance de tapa na cara, mas no fundo é a pura verdade.
homem também gosta de apanhar